Aydano André Motta
Vem aí a 94ª edição do desfile das grandes escolas de samba do Rio de Janeiro, e Rio Já oferece, pelo quinto ano consecutivo, uma edição especial sobre a festa maior. Em 2026, vai passar nessa avenida popular uma grande celebração à cultura e à história do país, com enredos e desfiles exaltando personagens fundamentais, de diferentes setores, expressões do melhor que produzimos em pensamento e arte.
Nada menos do que oito das 12 participantes da competição no altar dos bambas vão apresentar biografias carnavalescas de figuras ilustres da vida brasileira. De Carolina Maria de Jesus a Rosa Magalhães; de Rita Lee ao Mestre Ciça; de Heitor dos Prazeres ao presidente Lula, são sagas a que ninguém fica indiferente. O cardápio das emoções está sortido para 2026.
Mas para a capa, escolhemos reverenciar um dos maiores intelectuais brasileiros vivos, que está de volta à Sapucaí depois de décadas. Nei Lopes desfilará com o Paraíso do Tuiuti e topou posar para as lentes do craque Leo Aversa (com produção de Carla Garan) num ensaio de excelência. Lucila Soares entrevistou o totem da nossa cultura com exclusividade. O que saiu é ouro puro.
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Em outra reportagem, Lucila narra o entusiasmo de Conceição Evaristo, a grande escritora, enredo do Império Serrano, escola supertradicional, hoje na Série Ouro. Paixão semelhante demonstra Ney Matogrosso, tema da Imperatriz Leopoldinense, como revela Jan Theophilo.
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Ainda nas homenagens, a estreante Acadêmicos de Niterói se incumbiu de missão contundente para abrir a maratona do paticumbum: o enredo sobre Luiz Inácio Lula da Silva. Sim, o próprio. Ouriçou, claro, o sempre escaldante bate-boca entre as duas metades da polarização e motivou reportagem, também de Jan, sobre em qual lado do espectro político as escolas se inserem.
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Por falar em controvérsia, a sempre questionada regra do jogo da avenida tem mudanças para 2026. Vai desaparecer o carro de som e nasce a cabine espelhada de julgamento. Quer entender o mistério? Marcelo Macedo Soares desvenda.
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Todos os detalhes, para acompanhar o paticumbum com olhar de especialista, estão no minucioso serviço sobre as escolas, realizado por Caroline Rocha.
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A caçulinha-prodígio de nosso time também assina reportagem sobre os 30 anos de Beija-Flor de Claudinho e Selminha Sorriso, mítico casal de mestre-sala e porta-bandeira, desvendando alguns segredos para tamanha longevidade.
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Por falar em amor, o jogo de cintura dos casais que defendem escolas diferentes são o tema da reportagem de Luísa Prochnik. Num ambiente de competição neurótica, como dividir (ou guardar) segredos? E na hora do resultado, qual paixão vence? Spoiler: a beleza do amor prevalece.
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Outra saga arrebatadora encontra seu ponto final, quatro décadas depois de iniciada. O Suvaco do Cristo, ícone do Carnaval de rua, vai sair pela última vez, e, também informa Luisa, ganhará a eternidade num documentário sobre sua própria história.
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Há, claro, delícias da mais carnavalesca gastronomia, com o passeio de Bruno Agostini, pelo Bar do Momo, casa que merecia ser enredo na Sapucaí. A festa para o paladar continua na coluna Alto Astral.
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Por fim, Rio Já renova o engajamento na inegociável batalha pela igualdade de gênero e apresenta novos conteúdos com visões femininas (que são sempre melhores): a coluna Meu Rio, de Gabriela Lopes Siqueira, e um artigo exclusivo de Elisa Fernandes, diretora de Carnaval da Unidos da Tijuca, a única mulher no cargo, entre as escolas do Grupo Especial. Porque a luta continua, sempre.
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Boa leitura, bom Carnaval!








